sexta-feira, 24 de julho de 2015


 
O AMOR

Nilso Araújo

O amor é o maior dos sentimentos

Que Deus disseminou na matéria da criação

Independe da razão, de sexo ou de idade

Não se insere na mente como pensamento

Como sentimento se instala no coração

Está presente em todos os reinos da natureza,

Nos reinos mineral, vegetal e animal

Mas como ensinou determinado pensador

Deveria  prevalecer mais no reino hominal

No entanto aprendemos a cada dia

Que o amor verdadeiro, puro e natural

Mostra-se mais constante entre espécies

Que não a humana mas em espécie animal

Onde esse sentimento se manifesta

Com lealdade e de forma incondicional

E se necessário imolam a própria vida

Em proteção a um ser humano irracional

Porque o verdadeiro amor não leva em conta

Se o beneficiário é merecedor desse bem

O amor se assemelha a um  polímero

Que une e irmana as partes fragmentadas

Permitindo que tudo se integre ao Todo

Expandindo a vida em vida universal

Permite ao homem afastar-se do egoísmo

E engrandecer a vida de forma especial

Desde que não duvide de sua  presença

Em tudo que desperta seu centro emocional

Deixando a vida se elevar além da existência

Enobrecendo-se com esse  elemento essencial

O amor não foi criado por conveniência

Senão para despertar no ser o plano espiritual.

quinta-feira, 23 de julho de 2015


Mudar de opinião não significa que você não tem personalidade, mas que você tem inteligência suficiente para rever seus conceitos diante de novas informações.
Por Adriana Pinho Gomes

CARTA ANÔNIMA

Por Adriana Pinho Gomes

Somente vemos no outro algo de nós mesmos, seja o que nos incomoda ou qualidades e virtudes.

Críticas hostis fazem muito mal enquanto não descobrimos que precisamos apenas da nossa própria admiração e de gostarmos de nós mesmos. Não precisamos depender da consideração de ninguém. Se você tiver verdadeira consideração para consigo mesmo é o que basta.

Ao nos relacionarmos com o outro nos defrontamos conosco  mesmo. O outro funciona como espelho e assim vamos testando nossos limites, descobrindo nossas vulnerabilidades. Não somos mais nem menos que ninguém. Somos únicos, com qualidades e limitações.

Se você  acha alguém  mal humorado é porque você é assim também, se acha estopim curto é porque você é assim também, se acha briguenta,  generoso  é porque você é assim também e assim vai... (as deficiências ou qualidades que vemos no outro são projeções e  correspondem à mesma  em nós, ou pelo menos da mesma categoria tipo:  briguento/intolerante, estopim curto/impulsivo, mal humorado/negativo, generoso/mão aberta, etc...).

Semelhante atrai semelhante (é a lei universal  da afinidade) .


O prazer  sexual é um truque da  natureza  para garantir a perpetuação da espécie através da reprodução, tendo em vista que o êxtase provocado pela relação sexual é um incentivo poderoso.

 Assim, durante uma fase da vida o sexo é o gatilho da paixão entre os amantes. A lei da natureza tem como objetivo a reprodução e o ser humano em estado de consciência primário,  a busca do prazer.

Como vivemos em sociedade, em certo momento, somos levados pela cultura a formamos uma família e isso acontece, obviamente, através da reprodução humana.

Depois de descoberto o sexo, tudo que o indivíduo faz é em função dele ou de suas consequências, no caso, a formação da prole.

Cumprida ou não essa missão prescrita pela natureza e pela cultura, e seguindo o indivíduo em sua trajetória existencial, o sexo vai deixando de ser o melhor dos prazeres até por questões fisiológicas.

Com a queda da intensidade e quantidade de libido sexual, o indivíduo pode adquirir outro patamar de consciência, já que poderá ou deveria empreender uma busca  pessoal rumo à transcendência.
Adriana Pinho Gomes

segunda-feira, 13 de julho de 2015


ABORBOLETA E A MULHER

Nilso Araújo

A borboleta, de tamanha beleza

É mais que um inseto com certeza

É uma flor em movimentos no ar

E em sinuosas e suaves ondulações

Aconchega-se ao vento para dançar

Eleva-se ao espaço com liberdade

Deslumbrando-se com ricas paragens

Surfando ao vento sem nunca cansar,

Em evoluções, destacando a sua imagem.

Quando se satisfaz de tanto dançar,

Busca o tronco de árvore ou folhagem

Um refúgio seguro a descansar.

A mulher assemelha-se a uma borboleta

Depende para viver, de amor e liberdade

Há que  sua alegria e encanto renovar

Porque a leveza é a essência que a invade

Quando ela quiser meditar e enternecer

Busca a companhia do parceiro que ama

Que lhe inspira confiança e bem estar.

Sem sua liberdade, sua autonomia plena

A mulher se recolhe, tornando-se pequena

Como uma ave encarcerada na gaiola

Desmotivada, esperando outro dia chegar

Aguardando o momento de ir embora,

Porque não nasceu para se limitar.

Ser controlada como objeto de posse

Iria além de suas forças para suportar

Porque uma ave presa perde a graça

E quando canta não é alegre o seu cantar

Sobrevive triste, abatida e melancólica

E nessa condição, é privada de amar

Seu limite é o infinito e seu destino

É desfilar com graça e poder refugiar

Ser atraente na noite ou na luz do dia

Pois a mulher foi criada para encantar

NJA

 

domingo, 12 de julho de 2015




Se tudo fosse agora não haveria amanhã

Uma parte hoje e mais depois

A espera é o melhor da festa

A trama do antes é feita de devaneios, suspiros e doces ilusões, que se desfazem quando tudo acontece...
(Adriana Pinho Gomes)
 



 

sábado, 11 de julho de 2015

Namorar é ...




 

 

"Namorar é brincar de amar à sério. Namorar é amar com poesia e alegria.
    Nosso namorado  fica na nossa vida sempre com ares de "príncipe encantado".
    No namoro sempre há a emoção dos reencontros.
    No namoro podemos amar profundamente, mas com leveza e delicadeza.
 

  Adriana Pinho Gomes