quarta-feira, 23 de novembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
ILUSÕES
Acreditar que somos melhores que os outros, que a nossa energia é mais pura, porque somos dessa ou daquela religião, é uma ilusão.
Acreditar que podemos falar nossa verdade através de indiretas, é uma ilusão.
Acreditar que ciúme, tem algo a ver com amor, é uma ilusão.
Acreditar que agindo por pirraça, conseguiremos ganhar alguma coisa, é ilusão.
Acreditar, que não falando da morte conseguiremos afastá-la, é uma ilusão.
Acreditar que controlando o outro, poderemos evitar uma traição, é ilusão.
Acreditar que para alguns ganharem, outros tem que perder, é uma ilusão.
Acreditar que uma pessoa, que trata como lixo os seus pais, poderá nos tratar bem, é uma ilusão.
Acreditar que para nos amar, precisamos desprezar os outros, é uma ilusão.
Acreditar que falta de educação e grosseria tem algo a ver com sinceridade, é uma ilusão.
Acreditar que nossos palpites são muito importantes na vida de alguém, é uma ilusão.
Acreditar, que somos melhores que os outros, espiritualmente, porque não bebemos ou não fumamos ou não comemos carne é uma ilusão.
Acreditar que investindo nosso tempo e energia, conseguiremos reverter um relacionamento onde não há confiança, é uma ilusão.
E são tantas ilusões que aprendemos a considerar, e que nos aprisionam, que hoje eu peço humildemente ao meu EU SUPERIOR ;
" LIVRAI- NOS DE TODA ILUSÃO."
(Fonte: Espiritismokardecista - Instagram)
terça-feira, 15 de novembro de 2016
DESEJE O BEM
Deseje sempre o bem das pessoas. Mesmo que algum pensamento negativo domine o seu sentimento acerca de uma determinada pessoa, experimente desejar-lhe o bem.
É muito fácil ser pego pela negatividade, desejando o mal, ruminando pensamentos negativos sobre outras pessoas. Atritos muito pequenos no nosso cotidiano, uma fechada no trânsito, uma resposta atravessada no supermercado e já enveredamos por um rosário de maus pensamentos.
A primeira coisa que temos que fazer é contar até dez e deixar que a razão controle a nossa emoção que vê ameaças nas mínimas coisas.
Depois, pense em uma maneira produtiva de responder ao evento, e aceite adotar uma reação positiva ou neutra.
E finalmente, deseje o bem para a outra pessoa, mesmo que a vontade seja de agredir, revidar ou praguejar.
Não é preciso expressar o seu desejo vocalmente, e nem é preciso que a outra pessoa tome conhecimento.
Simplesmente deseje, faça em pensamento, e vai ver que isso te faz bem, te traz um bem estar.
Pensamentos negativos e a negatividade fazem muito mal a nós mesmos, e temos que utilizar esses artifícios para evitar e eliminar.
Não digo com isso que devemos se mostrar resignados com maus tratos ou agressões. Simplesmente escolha a sua atitude e comportamento, e não se deixe comandar pelo calor da emoção.
Reagir de maneira neutra já é alguma coisa, e para quem tem dificuldades em controlar a emoção, comece neutro.
Quando reagimos de maneira imediata, tipo bateu levou, estamos na verdade sendo manipulados pelos outros que já conhecem a nossa reação. Temos que evitar essa manipulação.
Se deixe contagiar pela positividade, deseje o bem das pessoas, mesmo que não as conheça, e mesma que nenhuma interação tenha ocorrido.
Simplesmente deseje o bem de todos que te cercam, e experimente o conforto e bem estar resultante para si mesmo.
R.S. Beco (Fonte: Espiritismokardecista - Instagram)
Deseje sempre o bem das pessoas. Mesmo que algum pensamento negativo domine o seu sentimento acerca de uma determinada pessoa, experimente desejar-lhe o bem.
É muito fácil ser pego pela negatividade, desejando o mal, ruminando pensamentos negativos sobre outras pessoas. Atritos muito pequenos no nosso cotidiano, uma fechada no trânsito, uma resposta atravessada no supermercado e já enveredamos por um rosário de maus pensamentos.
A primeira coisa que temos que fazer é contar até dez e deixar que a razão controle a nossa emoção que vê ameaças nas mínimas coisas.
Depois, pense em uma maneira produtiva de responder ao evento, e aceite adotar uma reação positiva ou neutra.
E finalmente, deseje o bem para a outra pessoa, mesmo que a vontade seja de agredir, revidar ou praguejar.
Não é preciso expressar o seu desejo vocalmente, e nem é preciso que a outra pessoa tome conhecimento.
Simplesmente deseje, faça em pensamento, e vai ver que isso te faz bem, te traz um bem estar.
Pensamentos negativos e a negatividade fazem muito mal a nós mesmos, e temos que utilizar esses artifícios para evitar e eliminar.
Não digo com isso que devemos se mostrar resignados com maus tratos ou agressões. Simplesmente escolha a sua atitude e comportamento, e não se deixe comandar pelo calor da emoção.
Reagir de maneira neutra já é alguma coisa, e para quem tem dificuldades em controlar a emoção, comece neutro.
Quando reagimos de maneira imediata, tipo bateu levou, estamos na verdade sendo manipulados pelos outros que já conhecem a nossa reação. Temos que evitar essa manipulação.
Se deixe contagiar pela positividade, deseje o bem das pessoas, mesmo que não as conheça, e mesma que nenhuma interação tenha ocorrido.
Simplesmente deseje o bem de todos que te cercam, e experimente o conforto e bem estar resultante para si mesmo.
R.S. Beco (Fonte: Espiritismokardecista - Instagram)
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Sentimos compaixão quando
somos capazes de compreender a questão do outro, a partir do ponto de vista
dele e do contexto no qual está inserido: porque ele se sente de determinada
forma ou tomou alguma atitude. Portanto não existe compaixão sem compreensão.
Atos de condescendência não são genuinamente atos de bondade e altruísmo porque são motivados pela vaidade do ego de quem os pratica, que quer parecer bom para os outros. Há o desejo de aprovação e admiração alheias.
Neste caso o que acontece é a projeção, que por identificação de problemas, os quais o sujeito “supõe” serem iguais aos dele, age por condescendência. A pessoa sequer se aprofunda na questão para saber do que se trata de verdade. Ela fica na projeção apenas, não sai do próprio ego.
A verdadeira compaixão não exige nenhuma ação do observador, apenas a compreensão, ai então, poderá avaliar se a ajuda é propícia. Até porque, em certos casos, o verdadeiro altruísmo consistem em não fazer nada, e dessa forma, abrir mão da própria vaidade em protagonizar uma cena de "bondade".
A ajuda decorrente da compreensão é o verdadeiro ato de bondade altruísta, sem qualquer interferência das necessidades pessoais de quem a pratica e que geralmente acontece sem publicidade.
Adriana Pinho Gomes
Atos de condescendência não são genuinamente atos de bondade e altruísmo porque são motivados pela vaidade do ego de quem os pratica, que quer parecer bom para os outros. Há o desejo de aprovação e admiração alheias.
Neste caso o que acontece é a projeção, que por identificação de problemas, os quais o sujeito “supõe” serem iguais aos dele, age por condescendência. A pessoa sequer se aprofunda na questão para saber do que se trata de verdade. Ela fica na projeção apenas, não sai do próprio ego.
A verdadeira compaixão não exige nenhuma ação do observador, apenas a compreensão, ai então, poderá avaliar se a ajuda é propícia. Até porque, em certos casos, o verdadeiro altruísmo consistem em não fazer nada, e dessa forma, abrir mão da própria vaidade em protagonizar uma cena de "bondade".
A ajuda decorrente da compreensão é o verdadeiro ato de bondade altruísta, sem qualquer interferência das necessidades pessoais de quem a pratica e que geralmente acontece sem publicidade.
Adriana Pinho Gomes
sábado, 16 de julho de 2016
Não deixe ninguém te dizer que você não é feliz porque você não tem a felicidade que imaginam que deva ter.
Não deixe ninguém indexar sua felicidade por fatores que “dizem” são os reguladores universais da felicidade humana
Não deixe nada nem ninguém minar sua autoconfiança por meio de
comentários maledicentes
Sustente sua felicidade com dignidade em ser o que é
A minha felicidade é “diferente” nem por isso menos felicidade do que a de ninguém, minha felicidade não se parece com a da maioria
Nossa felicidade é nossa não precisa ser reconhecida
A minha felicidade é intimista, é dentro, é real, é solitária, ela silencia minhas agruras, afaga meu espírito, faz sorrir minha alma
Minha felicidade tem uma cor que somete eu reconheço, não dá para compartilhar
Sou feliz sozinha mesmo na companhia de alguém, sou feliz sem observadores, sem controles, meus momentos mais felizes são os menos ruidosos
Sou feliz com aquilo que só eu vejo, sinto, imagino, sonho, almejo e desejo
Sou feliz inesperadamente por razões imprevisíveis, desconhecidas e muitas vezes pouco contadas no mercado dos “bens da felicidade”
No meu “baú da felicidade” tem muitos arrepios inesperados, silêncios de paz, solitude serena, contemplação, reverência, compaixão, ação, coração, descoberta, verdade, delicadeza, compreensão, ternura, doçura, sublimação, alquimia, leveza, sorrisos, toque suave, olho no olho, belezas, harmonia.
Meu regozijo, meu contentamento é só meu
Eu não compartilho minha felicidade, eu compartilho com o próximo o meu ser feliz, alegre, contente, generoso e bondoso. Eu compartilho com o próximo a minha melhor parte, o que há de mais puro em mim, minha essência.
Adriana Pinho Gomes
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